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O novo horizonte do setor de eventos



























Com a aceleração da vacinação no mundo e no Brasil, aumenta a expectativa de como iremos para um novo cenário econômico pós pandemia. O setor de Eventos está entre os que mais aguarda esse horizonte renovado.

Pudera, o segmento, que representa 13% do Produto Interno Bruto (PIB), teve um prejuízo de R$ 270 bilhões entre março e dezembro de 2020, resultado do cancelamento de cerca de 98% dos eventos, de acordo com o Sebrae.

 

O mercado teve que se reinventar, e migrou para o mundo virtual. Os eventos online, em diferentes plataformas, entre erros e acertos, surgiram com força - e assim continuam.

Hoje, vemos um ensaio ao retorno dos eventos corporativos presenciais. Muitas empresas estão procurando palestrantes da Star Palestras para eventos físicos, com os devidos cuidados e cumprimento de protocolos.

Por outro lado, produtoras, agências e empresas viram que eventos online podem ser um sucesso com grande abrangência e novas ferramentas de interação.

Dessa soma, o que temos como resultado é o fortalecimento de uma nova modalidade de evento: o híbrido.

Um evento híbrido, por definição, é aquele que possui características tanto de um acontecimento digital como de um evento presencial.

Pode ser uma feira de negócios, congresso ou palestra presencial com transmissão ao vivo assim, concentram participantes/congressistas/espectadores em um local ao mesmo tempo que têm audiência pulverizada e a distância. 

 

Esse formato pode ter um alcance de público muito maior, trazer novos patrocinadores, aumentar a geração de conteúdo e multiplicar as possibilidades de divulgação. Depende de planejamento. 

 

Em um evento híbrido, o planejamento tem que ser muito bem trabalhado nas duas frentes, presencial e digital.

Na parte digital, é preciso pensar nas possibilidades de interação e engajamento, pois o participante online está a um clique da saída. 

 

Nesse ponto, mestre de cerimônia, mediadores e palestrantes não podem esquecer que há um grande público, provavelmente maior que o que está in loco, clamando por atenção nos canais online.

 

Já a preparação para o evento presencial, quando esse for permitido, precisará de mais olhares para as medidas de segurança, conforto e saúde, pois, além das novas normas que foram colocadas, o público voltará mais exigente quanto a esses pontos.


E você, já sabe qual modalidade de evento é a melhor para a sua empresa?

 

Fale com nossa equipe para entender qual o modelo mais adequado ao seu público bem como os palestrantes e outras atrações que tornam seu evento um sucesso, não importa o formato.

 

Nova Economia e ESG
















Por que a conectividade impulsiona soluções sustentáveis?





Diego Barreto*

 

Nunca se falou tanto em ESG [Environmental, Social and Governance; em português, os fatores Ambientais, Sociais e de Governança]. Embora a ideia não seja nova - vem sendo discutida pela sociedade desde os anos 1960, principalmente por meio de ONGs e comunidades científicas - , ganhou bastante força nos últimos anos por ter finalmente sido “abraçada” pelo setor financeiro. Hoje, empresas de todos os portes e segmentos - tanto da Nova Economia quanto da Velha Economia- trabalham para estarem de acordo com os três requisitos.

 

Não é à toa que as questões ligadas à preservação do meio ambiente, sociais e de governança empresarial estejam tão em evidência. Isso porque os jovens de hoje estão cada vez mais atentos a essa tendência, e a cada dia buscam associar-se a marcas e empresas que estejam comprometidas com as causas sociais, ambientais e éticas. Sendo assim, tanto os consumidores quanto os investidores -e também muitos dos colaboradores das empresas-, se importam com os conceitos da sigla. 

 

Nesse sentido, passou a ser impossível as empresas “fecharem os olhos” para tais questões, caso contrário, poderão sofrer impactos negativos- inclusive no aspecto financeiro. Com isso, a preocupação das corporações com o ESG cresceu muito e a sigla passou a ser vista com um valioso item de investimento - ou seja, hoje gerar lucros para os acionistas passa, inevitavelmente, pela responsabilidade social. 

 

Segundo pesquisa recente da consultoria Robert Half, em que foram entrevistados executivos de empresas, muitas corporações já perceberam que as práticas ESG podem ser um importante fator de competitividade. Entre as principais vantagens que uma corporação tem ao ter uma agenda ESG, foram citadas pelos entrevistados: melhora na imagem da empresa (55% apontaram isso), aumento da confiança do investidor (34%) e atração e retenção de talentos (33%).

 

Nova Economia x ESG

 

E onde a Nova Economia se encaixa nesse contexto? A Nova Economia - ou seja, o ecossistema de empresas disruptivas que, em grande parte, lidam com ultra conectividade, tecnologia e informação em tempo real- pode ser uma grande aliada das práticas de ESG e dos negócios sustentáveis. 

 

Isso porque a tecnologia utilizada nos negócios da Nova Economia permite a escalabilidade de soluções -  sejam elas logísticas, de meios de pagamentos, ou também  sustentáveis (ligadas à preservação ambiental, aspectos éticos e sociais). 

 

Como um exemplo, podemos imaginar que Mercado Livre decida promover um ajuste em um determinado produto, que leve à redução do desperdício de plástico nas embalagens. Se isso acontecer, automaticamente, devido à conectividade, essa decisão impactará as dezenas de milhares de lojas que vendem por meio da plataforma. O mesmo acontece, também, com o Magalu e o B2W, apenas para citar alguns exemplos. Então, por causa da conectividade e do uso de APIs, uma decisão que gere impacto positivo automaticamente se estende para a operação de centenas de milhares de parceiros. E isso é uma notícia muito boa (e sustentável).

 

Nova Economia x Economia Circular

 

Outra solução que ganhou força recentemente devido à conectividade e integração proporcionadas pela Nova Economia é a da Economia Circular.  Inspirada no funcionamento da natureza - que gera recursos a longo prazo num processo contínuo de reaproveitamento- a economia circular promove o reaproveitamento de recursos em um novo ciclo de produção, uma vez que deixam de ser somente explorados e descartados como “lixo”. Não se trata de reciclar, mas sim de encontrar destinações futuras já durante o processo de concepção. 

 

Um relatório sobre economia circular do grupo Circle Economy, publicado em  2019, indica que apenas 9% da economia mundial é circular -  esse número não avançou de forma significativa desde então. No entanto, apesar da lentidão no avanço desse modelo econômico, a cada ano mais produtores ‒ de grande, médio, pequeno ou de micronegócio –  aderem a esse padrão de produção, que beneficia a sociedade. 

 

A integração das cadeias de produção e de serviços (globalização), a tecnologia e a ultraconectividade - conceitos da Nova Economia - viabilizam a economia circular. Ou seja, existe muita semelhança entre a proposta da economia circular e as premissas da Nova Economia. Ambas defendem o dinamismo, a não-linearidade e as relações horizontais, que ecoam em uma sociedade integrada e em rede, permitindo acelerar a moldagem de uma política na qual a eficiência da cadeia, somada a profundos aspectos éticos, atua como eixo da sustentabilidade.

 

Sem dúvida nenhuma, ainda existe muito a ser feito em termos de sustentabilidade - tanto no Brasil quanto no mundo todo. Mas não podemos esquecer tudo que já foi, e que ainda continua sendo feito. Em relação à Nova Economia, ela representa um grande passo não somente no cenário econômico, como no quesito ambiental. O progresso possibilitado nessa área só comprova que a aposta na tecnologia é o melhor caminho, não somente para a lucratividade, como para a consolidação de negócios alinhados às necessidades e ao contexto da realidade contemporânea. Quem não se adequar a isso corre grande risco de ficar para trás, ou até mesmo deixar de existir, em um mundo que se movimenta em prol da sustentabilidade.

 

Diego Barreto é Vice-Presidente de Finanças e Estratégia do iFood e professor de estratégia, negócios digitais e nova economia. É mestre em administração pelo International Institute for Management Development (IMD Business School), com passagens acadêmicas pela  Fundação Getulio Vargas (FGV) e Fundação Instituto de Administração (FIA). Mentor Endeavor e da 500 Startups (Vale do Silício). É autor do livro NOVA ECONOMIA - Entenda por que o perfil empreendedor está engolindo o empresário tradicional brasileiro

O comportamento do novo consumidor

Os consumidores têm se comportado cada vez mais como investidores da bolsa de valores. Em outras palavras, escolhem uma lista seleta de marcas para fornecer dividendos. Optam por permanência, mas também mantém expectativas por futuras utilidades que chegam como forma de criatividade, inovação, confiança e liderança.

O líder charme e o inocente: arquétipos das marcas

Uma das coisas que mais gosto da minha profissão é o fato de estudar e atuar tanto no marketing / branding comercial quanto no político. Embora similares em certos aspectos, eles se mostram antagônicos e incongruentes em diversos outros. Há técnicas de análise completamente diferentes. E os marinheiros de primeira viagem que se aventuram em um ou em outro setor tendem a fracassar.

Marcas: A Importância do Nome

Uma marca é um atalho na mente e no coração do público de interesse. Ela é uma ideia diferenciada, repleta de percepções na psique do seu consumidor. Uma marca forte e vencedora é o ponto nevrálgico e definitivo de qualquer iniciativa que busque a perenidade. Marca é tudo e o resto é conseqüência.

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