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Outubro Rosa - Entenda a Importância desta campanha



































Outubro é o mês dedicado à conscientização sobre o câncer de mama. O objetivo é compartilhar informações, esclarecer dúvidas, proporcionar mais acesso aos serviços de diagnóstico e tratamento, além de contribuir para a redução da mortalidade da doença. 

 

O câncer de mama é o segundo tipo mais frequente em muitos países, mas também com mais chances de cura. No entanto, chama a atenção pelo grande número de diagnósticos tardios. 

 

O tratamento exige não apenas equilíbrio emocional, mas também financeiro para custear a rotina de consultas, exames e sessões de quimioterapia. É sobre isso que também vamos abordar neste artigo. 

 

Especialistas no tema

  

Falar sobre o tema é tão importante quanto se prevenir do câncer de mama. A Star Palestras tem especialistas como o Dr. Daniel Barros, Ligia Costa e Viviane Ferreira que podem participar das ações do Outubro Rosa.  

 

Todos abordam em seus encontros informações sobre bem-estar, saúde emocional e vida financeira.  

 

Afinal, uma doença pode mudar a rotina de uma família, e estar despreparado pode dificultar ainda mais o processo de tratamento.  

 

Nesses encontros, os especialistas orientam um jeito prático de organizar a saúde financeira e emocional da família, que servem para a vida toda. 

 

Corrida pela Cura 

A campanha do Outubro Rosa é uma ação que teve início em Nova Iorque, em 1990, com a chamada "Corrida pela Cura", realizada pela instituição Susan G. Komen Breast Cancer Foundation para arrecadar fundos à pesquisa sobre a doença.  

 

No Brasil, a primeira campanha foi em 2002, em São Paulo, e desde então as iniciativas se tornaram cada vez mais frequentes. Ficou claro que é necessário transmitir a mensagem de que a prevenção é essencial. 

 

Ao longo do mês, há diversas ações para promover o Outubro Rosa, entre elas: 

 - Arrecadações para ajudar instituições que apoiem a causa; 
- Doação de mechas de cabelo para confecção de perucas para pacientes de quimioterapia; 
- Debates sobre o assunto; 
- Organização de encontros e palestras para compartilhar informações e esclarecer dúvidas. 

 

Essas e outras ações são formas de chamar a atenção dos funcionários sobre a importância de cuidar de sua saúde e de dar atenção para as questões sociais.  

  

Mobilize sua empresa e seus colegas de trabalho a fazerem parte desta campanha! Compartilhe este conteúdo. A prevenção salva vidas. 

 

Setembro Amarelo: confira práticas corporativas para abordar com a equipe


























O movimento do Setembro Amarelo já se fixou no calendário como o mês dedicado à prevenção ao suicídio. Um tema ainda rodeado de tabus e preconceitos, que precisam ser derrubados e discutidos.

A saúde mental está diretamente ligada à temática e por isso é explorada por especialistas no assunto. Alguns dos quais conhecemos bem, como Dr. Jairo Bouer, Dr. Daniel Barros e Lígia Costa, todos palestrantes da Star Palestras.

E como falar a respeito é importante para a prevenção, muitas empresas têm abordado o tema em palestras, com foco no bem-estar e na qualidade de vida dos funcionários. A seguir, a gente traz algumas práticas que podem ser aplicadas hoje mesmo nas equipes.

Dia oficial do Setembro Amarelo

No Brasil, a campanha começou, em 2015, pela união entre o Centro de Valorização da Vida (CVV), o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). Além disso, 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio.

O grupo incentiva organizações, instituições, empresas e representantes da sociedade civil abordarem o tema de alguma forma. Vale pintar e iluminar fachadas ou estampar o amarelo em diferentes resoluções.

Frases como “toda vida importa” ou “você não está sozinho” fazem parte de ações e são bastante difundidas.

Além disso, todos os anos a campanha segue uma temática diferente. “Agir salva vidas” é o tema de 2021.

Por que falar sobre suicido?

O número de casos de quem comete suicídio são cada vez mais altos, como alerta a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Mais de 96% têm origem em problemas ligados à saúde mental como depressão, violência doméstica, transtorno bipolar, abuso de álcool e drogas. Fatores que ficaram ainda mais em evidência na pandemia da Covid-19, como alerta a organização.

Outro estudo realizado pela Unicamp indicou que 17% dos brasileiros, em algum momento, pensaram seriamente em dar um fim à própria vida. Desses, 4,8% chegaram a elaborar um plano para isso, segundo dados publicados no site Setembro Amarelo. https://www.setembroamarelo.org.br/prevencao/

Práticas para abordar o tema na empresa

No ambiente corporativo, a saúde física e mental são preocupações constantes. E o tema suicídio ainda é pouco explorado.

Toda empresa pode e deve apoiar o mês do Setembro Amarelo e algumas práticas podem ser facilmente aplicadas. Por exemplo:

  • Promover palestras sobre saúde mental e prevenção;
  • Ter um ponto de apoio psicológico na empresa para o funcionário falar a respeito;
  • Treinar os líderes para identificarem possíveis sinais;
  • Organizar dinâmicas e atividades em grupo estimulando a importância do convívio social;
  • Falar sobre comunicação não-violenta.

Essas e outras ações são formas de aliviar o estresse, a ansiedade, ajudar no autocontrole e proporcionar momentos de bem-estar aos funcionários.

Afinal, existe consenso popular que falar sobre o suicídio deve ir além do Setembro Amarelo. Estimule a vida, ajude o próximo!

E caso você tenha interesse em contratar algum profissional que fale sobre saúde mental na sua empresa, entre em contato com a gente.

Mindfulness: entenda como as empresas já descobriram a técnica


























Aplicar técnicas do Mindfulness em treinamentos corporativos têm sido a escolha de muitas empresas para melhorar a produtividade no ambiente de trabalho.

 

Um dos motivos é a avalanche de estímulos que temos recebido por todos os lados e 24 horas por dia. Manter a atenção plena e o foco no presente são estratégias do Mindfulness já aplicadas por especialistas nas grandes empresas, como tem feito a Ligia Costa, palestrante da Star Palestras.

 

Como aplicar a técnica nos programas e os benefícios que a prática gera entre os colaboradores e gestores é o assunto deste post.

 

O que é Mindfulness?

Antes de a gente detalhar como o Mindfulness ajuda a tornar uma equipe mais produtiva, humanizar processos, trazemos um pouco de conceito.

 

A palavra Mindfulness significa atenção plena, praticar o presente da maneira mais consciente possível, focando em cada movimento do corpo, da situação e na respiração, aceitando toda a experiência do momento.

 

Como as empresas aplicam a técnica no ambiente corporativo

Muitas empresas já enxergaram que cuidar da saúde mental de seus colaboradores é essencial para a produtividade e se apoiam na técnica do Mindfulness.

 

Os programas baseados nessa técnica auxiliam, por exemplo, os gestores a tomarem decisões mais conscientes, libertando de ações automáticas.

 

A especialista Ligia Costa, palestrante da Star Palestras, tem sido referência na aplicação do Mindfulness em grandes companhias. Professora da FGV e CEO do Thank God it’s Today, Ligia prepara líderes desenvolvendo habilidades socioemocionais.

 

Em seus encontros, a profissional defende que liderar com amor gera lucros. E que a liderança em transformação acontece passo a passo, como um lento caminhar. Cita ainda alguns fatores importantes.

 

  • Falar com o coração gera conexão;
  • Escutar permite a inclusão;
  • Respeitar as diferenças é olhar para um outro ser humano, que é alguém igual a você;
  • Oferecer gentileza torna a equipe mais produtiva.

 

Benefícios da prática do Mindfulness em grupos de trabalho

Estudos científicos já provaram benefícios da prática em diferentes situações da vida, como pacientes em tratamento de doenças, ansiedade e depressão.

 

Em relação a ambientes profissionais, a técnica se torna benéfica para aumentar a concentração, atenção e desempenho, diminui o estresse, entre outros como que melhoram habilidades pessoais:

 

  • Saber trabalhar em equipe;
  • Comunicação empática;
  • Mediação de conflitos;
  • Melhorar as relações interpessoais.

 

Dicas para aplicar o Mindfulness hoje mesmo:

 

  • Respire profundamente;
  • Silencie os pensamentos irracionais;
  • Acalme o coração acelerado;
  • Diga “está tudo bem e vai ficar tudo bem”.

 

Agora que você já sabe mais sobre Mindfulness e os benefícios que a prática pode trazer para colaboradores e gestores de empresas, conheça também as palestras da Ligia Costa. Entre em contato com a nossa equipe.

 

Você também pode conhecer mais o trabalho da Ligia no canal no Youtube.

Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos você tem?























Por Mauro Wainstock

A classificação da sociedade através das gerações etárias sempre auxiliou os pesquisadores a entenderem mudanças históricas e a mapearem necessidades específicas de cada um destes grupos. Mas será que um indivíduo com 39 anos é tão diferente daquele que acabou de completar 40 anos e que, de forma automática, passou a pertencer a um outro segmento? Será que este aniversariante se sente em outra etapa da vida no momento seguinte em que assopra a velinha?


O admirável mundo “algoritmizado” propiciou o surgimento de uma nova categoria que não é baseada necessariamente nos anos de vida, mas em desejos, interesses e comportamentos comuns, independente da faixa de idade. Trata-se do conceito de “Ageless Generation” ou “Perennials”, termo cunhado por Gina Pell, chefe de conteúdo da The What, que explica: “O mercado busca catalogar e homogeneizar nossos interesses, hábitos de consumo, até mesmo nossos valores e referências morais. Mas a realidade é que muitos de nós não se alinham com os rótulos que recebemos. Temos enorme capacidade de nos adaptar a mudanças, somos curiosos e estamos sempre florescendo. Enquanto estivermos com saúde, devemos continuar a crescer, aprender e explorar o que podemos fazer”.


Esta segmentação, que se caracteriza pelo mindset semelhante, é composta por indivíduos, de qualquer geração, que vivem o presente, são atualizados tecnologicamente, circulam em ambientes diversificados e convivem com múltiplas faixas etárias. Enfim, estão em constante evolução. Parafraseando o escritor francês Honoré de Balzac, “O homem começa a morrer na idade em que perde o entusiasmo”.


A cronologia cede espaço para a identidade social. Estes grupos não se moldam às expectativas geracionais, nem a regras e a costumes engessados. Têm como características intrínsecas a vontade de viver, a ânsia por aprender, o desejo de ousar e de se reinventar permanentemente, aspectos que se refletem na forma como encaram os desafios diários e a qualidade de vida. Abraçam causas e pretendem deixar legados. Junte-se a isto a prontidão para o desenvolvimento do autoconhecimento e da inteligência emocional e temos um profissional equilibrado e qualificado para o mercado de trabalho, ajudando a construir uma sociedade mais plural e inclusiva.


Felizmente, a diversidade não é mais uma opção; se tornou exigência. No ambiente corporativo, muitos são os exemplos de recrutamento às cegas, que vem proporcionando resultados incríveis! Estudos demonstram que a diversidade amplia a produtividade, estimula um clima organizacional positivo, potencializa o surgimento de profícuas soluções, qualifica os debates, contribui para a evolução de cada profissional e, consequentemente, incrementa os lucros. Portanto, não se trata de uma estratégia midiática apenas para engrandecer momentaneamente a reputação da marca, mas de um valor, urgente e indispensável, para propiciar resultados sustentáveis aos acionistas e, paralelamente, um benefício incomensurável à sociedade.


Neste universo em que o propósito assume a dianteira, valorizamos a resiliência, avaliamos o profissional pelas suas habilidades emocionais e pela capacidade de entregar resultados concretos. A outrora “civilização da média”, alicerçada por padrões comportamentais focados no desempenho regular, está totalmente ultrapassada, assim como o tripé “educação-emprego-carreira”. As formas de trabalho estão em constante mutação; os profissionais devem ressignificar a carreira, agregar valor e fazer a diferença.


Não basta ter iniciativas, mas também “acabativas”. Tudo junto e misturado. As profissões modernas envolvem atividades mais intelectuais e menos físicas e repetitivas – que serão exercidas pela automação. Características que antes eram seletivas, hoje são indispensáveis. Estar sempre atualizado, demonstrar inteligência emocional, ter adaptabilidade, ser assertivo na comunicação, aplicar uma postura empreendedora e estabelecer estratégias de relacionamento que envolvam tanto participativas ações presenciais como uma enriquecedora presença virtual, tornaram-se exigências e não mais diferenciais competitivos.


Por outro lado, novos desafios e questionamentos nos são apresentados: qual será a nossa qualidade de vida durante este período? Como vamos conseguir equilibrar trabalho e lazer; a saúde física e a mental? Como será convivência com a família e amigos e como enfrentaremos as inevitáveis transições? Como serão estes 30 anos adicionais de vida?


A expectativa de vida do brasileiro em 1940 era de 45 anos. Em 2018, quando o IBGE realizou o último levantamento, este número pulou para 76 anos. A previsão é que os nascidos a partir deste século já superem os 100 anos. 


Em seu livro "Extra Time", Camilla Cavendish, do "Financial Times", defende que a idade não deve ser medida pelos anos que já vivemos, mas por aqueles que ainda nos restam. Portanto, temos que nos preocupar menos com os nossos anos de vida e mais em colocar mais vida em nossos anos.


Se a vida começa aos 40, convido estes “jovens 40+” a pensar o que farão até os 120 anos e cito uma provocação do pensador chinês Confúcio: “Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos você tem?”

Como melhorar o equilíbrio de gênero nos conselhos de administração



























Por Lina Nakata


A participação de mulheres nos cargos mais altos de uma organização, ou seja, nas cadeiras dos conselhos administrativos, tem sido extremamente baixa. Há diversos estudos que mostram a existência da correlação positiva entre participação feminina nesses conselhos e melhor desempenho das organizações. Além disso, as empresas mais equilibradas nos conselhos também são melhores em ESG.

Quantas vezes teremos que provar que mais mulheres geram melhores resultados? Todos os estudos provam o mesmo, mas precisamos continuar mostrando os dados, como crescimento em faturamento, retorno sobre investimentos, retorno sobre ativos, dentre outros.

Nas organizações, a diversidade de gênero precisa percorrer por todos, não apenas no board. Os homens devem participar da conversa, ou não há equidade de gênero nas organizações. Além disso, o movimento precisa começar desde cedo, ou seja, deve-se enfatizar a mensagem com crianças, meninos e meninas.


E o que acontece?

Falta conexão entre os grupos dos quais as executivas das empresas participam, e a própria empresa em que elas atuam. Falta integração e força entre as diversas ações que estão sendo feitas nas organizações.

As empresas precisam de metas bem definidas relacionadas a gênero e de indicadores que acompanhem a evolução da empresa no assunto. Não adianta apenas dizer que a empresa apoia a diversidade, senão nada vai acontecer.


O que fazer?

As empresas devem ser bem firmes quando querem atingir a equidade de gênero, trabalhando a cultura e os indicadores. Idealmente, ter 50% de homens e 50% de mulheres em todos os níveis da empresa, mas a proporção de 40% e 60% até 60% e 40% já é muito boa.

As mulheres devem apoiar outras mulheres, e a pandemia agravou bastante o quadro das mulheres no mercado de trabalho, que perderam espaço em todos os campos. Os conselhos das empresas precisam ter mulheres justamente para lidarem melhor com seus mercados consumidores.

O trabalho das mulheres é tão bom quanto o dos homens. Em pesquisa global, as mulheres se mostraram mais efetivas que os homens em 84% das competências mensuradas.


Por que a representatividade feminina na liderança gera mais resultados?

A inclusão das perspectivas, habilidades, talentos e inovações das mulheres apoia o desempenho financeiro e não-financeiro.


As empresas que querem avançar com a participação feminina precisam considerar as duas barreiras: a resistência da mudança e a preparação de mulheres para a liderança. Precisam promover ações intencionais para orientar os desafios mais relevantes da organização.

E para ter uma noção da dificuldade, em 2003, a Noruega tornou-se o primeiro país do mundo a impor a cota de gênero, exigindo que quase 500 empresas – incluindo 175 que fazem parte da Bolsa de Oslo – aumentassem a proporção de mulheres para 40%. Observamos que essa participação cresceu nas empresas públicas, mas não foi tão boa nas empresas privadas. Mesmo em países com cultura mais equilibrada em gênero, ainda é um grande desafio, por isso trazemos este alerta para nossa reflexão.

 

Mindset X Futuro





















Por Solange Mata Machado


Um dos setores que está passando por uma transformação profunda é o transporte. Antes do final desta década a revolução na locomoção terá tido um grande impacto nos aspectos mais profundos e íntimos das nossas vidas. As escolhas por habitação, trabalho, lazer e como iremos usar o nosso tempo serão diferentes do que temos hoje.  Provavelmente essas escolhas irão mudar o perfil das cidades, a demografia, a educação e a própria vida profissional. E, não para por aí!

Consegue visualizar o futuro daqui a 9 anos? 2030? Feche os olhos e pergunte a si mesmo: Como as mudanças no transporte poderão afetar a minha vida? Comece pensando pequeno. Considere o seu dia, como poderá ser? Que tipos de incursões você fará? Onde você irá? Para fazer o quê? Com quem?

Certeza que conseguiu visualizar o FUTURO?

Pode parecer sem sentido a minha última pergunta, mas pense comigo. Em 2006, a área de varejo estava a mil por hora. As empresas líderes de mercado como a Sears era valorizada em 14 bi de dólares, a Target algo em torno de 40 bi e o Walmart em 160 bi. Neste ínterim, surge uma nova empresa chamada Amazon, desconhecida até então… lutando para sobreviver e sair do vermelho. Dez anos depois ... o cenário é totalmente diferente.  Sears, praticamente sumiu, a Target  passou a ser valorada em 55 bi e o Walmart chegou aos 250bi. E a Amazon???  700 bi dólares!!!

UAUUUU… que virada!! Quem diria? O que a Amazon fez foi usar uma nova tecnologia:  a internet

Estamos vendo o mesmo acontecer com o transporte.  Com os carros voadores, o carro autônomo, o hyperloop e o SpaceX….e, não pára por aí!

Não é fácil para nenhuma pessoa imaginar o FUTURO.

Em pesquisas científicas usando a ressonância magnética funcional (fMRI) descobriu-se que quando nos projetamos no futuro, a parte medial da área frontal do cérebro, onde reside a nossa  nossa capacidade de pensar sobre nós mesmos ou sobre outras pessoas, se fecha – se desativa. Nos incapacitando de projetar o futuro!! Em outro artigo publicado no  Journal of Neuroscience, os pesquisadores descobriram que a parte do nosso cérebro que imagina, chamado de default mode network, se divide em duas atividades complementares.  Uma atividade cria o futuro e a outra avalia se o evento é positivo ou negativo.  Porém, o futuro não é vívido, tangível e detalhado como um  evento que já tenha ocorrido!!! Ele é nebuloso e por esta razão criamos o futuro nítido com elementos que já temos gravado na nossa memória de longo prazo. Ou seja, criamos o futuro com o que já conhecemos HOJE!!!

Por esta razão, imaginar o FUTURO é sempre um desafio para todos nós.

Tecnologia exponencial como IA, Robótica e VR estão rapidamente desmaterializando, desmonetizando e democratizando produtos e serviços. Lembra da curva 6D do Peter Diamandis?

Coisas que costumavam estar disponíveis apenas para os mais ricos e a elite agora estão disponíveis para quase qualquer pessoa – em qualquer lugar do mundo. Uma criança no Zimbábue pode pesquisar no Google qualquer informação que quiser ou até mesmo fazer uma videoconferência com alguém do outro lado do mundo – gratuitamente.

Muitas coisas pelas quais pagamos milhões de dólares há apenas algumas décadas estão agora disponíveis em nossos smartphones gratuitamente.

Mas há um problema.

Nossas mentes evoluíram em um mundo de escassez, como fomos treinados pela estratégia porteriana, (desde 1981 – publicação da estratégia competitiva) para obter vantagem competitiva precisamos nos diferenciar, buscar a raridade e a unicidade frente aos nossos competidores. Este é um MINDSET de escassez.

Em um mundo de escassez, o bolo é limitado. Assim como a vantagem competitiva. Se o seu vizinho pegar uma fatia, você terá uma fatia menor. Este é um mundo de recursos limitados e competição de soma zero.

Mas quando você tem uma mentalidade voltada para o FUTURO o seu MINDSET é de abundância, em vez de fatiar a torta em fatias cada vez mais finas, você cria mais tortas. Escala globalmente.

Este é o futuro que a tecnologia exponencial possibilita. E essa tendência é verdadeira em quase todos os setores – quer as pessoas percebam ou não.

Lembre-se: desenvolver um MINDSET de abundância não é criar um mundo de luxo, é criar um mundo de POSSIBILIDADES.

Segundo Peter Diamandis para desenvolver um MINDSET para o FUTURO (abundância) você precisa:

(1) ENTENDER que o mundo está se tornando mais abundante e isso permite que você CRIE uma visão POSITIVA  para o futuro. Ter esse MINDSET positivo o diferencia de seus concorrentes e te ajuda a atrair a melhor equipe para sua missão.

(2) NÃO LASTIMAR oportunidades perdidas. Muitas outras oportunidades gratificantes e lucrativas estão no radar… basta você persistir e acreditar.

(3) ACREDITAR QUE O FUTURO É PROMISSOR. Portanto, é preciso aprender tudo o que puder para criar o futuro que você e seu negócio desejam.

(4) SABER que SEUS CONCORRENTES são seus PARCEIROS em potencial. Por que se preocupar desnecessariamente com seus concorrentes quando você pode criar outra torta maior? Você concentra seu tempo, atenção e recursos em perseguir OPORTUNIDDADES que são 10x (1.000%), em vez de lutar nas trincheiras por melhorias de 10%.

(5) REINVENTAR seu negócio por meio de lentes digitais – constantemente desmaterializando e democratizando seus produtos e serviços, tornando-os disponíveis para uma base de clientes cada vez maior  e a um custo cada vez menor.

(6) Como líder, TRANSMITIR E ACREDITAR em um futuro promissor e atraente que inspira e orienta seus funcionários e clientes. As pessoas inerentemente desejam boas notícias: * otimismo baseado em dados * em vez de um gotejamento contínuo de brincadeiras negativas, voltadas para a crise e que estimulem a amígdala. (parte do cérebro que está ligada ao sistema de sobrevivência – luta ou fuga – e que gera o estresse). 

 

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